sexta-feira, 9 de abril de 2010

'como velhos desconhecidos...'

alcançamos extremos
do amor à indiferença
do tudo ao nada
à miséria do vaco que fizemos
dissemos tantas coisas ruins
e porqe? pra que?
da minha parte foi pra me livrar de você
pra transformar você em simplesmente nada em mim
da sua parte? nem sei mais quem é você.
sei quem sou, e como estou
estou em paz
numa leve embriaguez de liberdade
era você quem me mantinha presa
agora tenho minha própria insanadez
minha própria liberdade

ódio por você é um paladar que não será apreciado
raiva, muito menos
alegro-me por sentir o ar
e no hoje não cabe você.

no hoje saboreio minha paixão

Nenhum comentário:

Postar um comentário