quinta-feira, 9 de setembro de 2010
(*)
Estou abrindo um parêntese nessa história, mesmo porque a vida tem disso, né?! Sinto-me numa solidão misturada com medo. Medo das coisas ruins, medo da raiva, do rancor. Medo da falta de amor. Medo de quem não sabe amar. Por quê? Têm momentos em que gosto do meu mundo de fantasias, que me faz ver o melhor em cada um. Gosto de acreditar que existe amor nas pessoas, gosto de acreditar nas pessoas. Acreditando nelas eu acredito em mim. Acredito na salvação. Acredito no perdão. E na compaixão. O que seria de mim sem a esperança? Sem a fé? Sem os sonhos e fantasias? Mais um mero mortal, vivendo numa selva social. Quando vejo os jornais e noticiários me preocupo. O que há? POR QUÊ? Confesso estar com medo. As pessoas têm me assustado. Por isso, busco a cada dia encontrar uma fresta, por menor que pareça, de amor, compaixão, paz, naqueles que passam por mim. São encontros de olhares que tentam dizer muito, outros que se escondem, outros ainda que querem dizer mas tem [medo]. São milhões de vida, mas quantas vivem?
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