quinta-feira, 3 de maio de 2012

Heraclitando com Parmênides e Andrade

esse já é um outro momento, outra trilha sonora. um rap. a mesma caneta, uma outra mão. há tempos que coisas suas ainda eram tomadas, feito degustação de um vinho ruim, me embriagava. meu dedo tem feridas abertas, era falta de sol, ar fresco. sua pigmentação mostra a ausência de vida. olho para minha mão e não a acho mais vazia, tá nua e completa. parece até mais leve, mas acho que isso se dá pela proposta da manhã, de se ter um bom dia. esses dias minhas palavras conjugadas estão como desabafo, transcorridas numa lógica argumentativa. compreensão. um outro momento, em que me relaciono com as coisas num estado de espírito diferente, como aquele rio que não é o mesmo, ainda que seja água.

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